Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

CAMPANHA DA ABRAÇO: COLABOREM!


Olá!

Esta é uma boa forma de ajudarmos as crianças apoiadas pela Abraço, sem
gastarmos nada... e ao mesmo tempo conseguimo-nos livrar dos cabos que estão
em casa e que já não servem para nada! Basta seguirmos as instruções para o
envio dos cabos velhos!

Obrigada!



*Ajude a ABRAÇO a reconstruir a Casa Ser Criança*

*Envie-nos os cabos eléctricos que não utiliza.*

*Passe esta mensagem aos amigos e empresas*

*Veja o vídeo**:* http://www.youtube.com/watch?v=yAX1jqw-nQE

A Abraço está a reconstruir a Casa Ser Criança, e todos podem ajudar,
através do envio de cabos eléctricos que já não são utilizados e que podem
ser reciclados.

*Que tipo de Cabos?*

Todos; telefone, computador, etc;

*Como ajudar?*

Indo a uma estação dos *CTT,* pede uma embalagem solidária, coloca os cabos
e selecciona a Abraço de entre as várias Instituições, e os CTT fazem-nos
chegar a caixa gratuitamente;

*OU*

Indo a um *Centro Comercial Dolce Vita*, e colocando os Cabos nas Casas
Depósito;

*Ainda*

Reenviando este email aos amigos, ou promovendo recolhas.

A Abraço agradece!!!

Mais informações:

www.abraco.pt/casasercrianca

Tel:217997500

*Ligue-se a esta causa!!!!*

--
"Aprendemos palavras para melhorar os olhos" Rubem Alves

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

PARKINSON - Nova terapia genética dá resultados encorajadores


Testes preliminares de uma nova terapia genética para a doença de Parkinson deram resultados "encorajadores" nos primeiros pacientes, com melhoria da motricidade e da qualidade de vida até um ano depois do tratamento.

Estas melhoras foram obtidas por uma equipa do Centro de Investigação Molecular de Fontenay-aux-Roses, em França, e constam de um estudo hoje publicado na revista norte-americana Science Translational Medicine.

Nos macacos, esta terapia genética - a primeira baseada num vírus equino directamente inoculado no cérebro - permitiu "80 por cento de recuperação, com resultados estáveis até 44 meses depois da injecção do tratamento", afirmou Béchir Jarraya, neurocirurgião do Hospital Henri Mobdor, na região de Paris, onde está a decorrer um ensaio clínico em humanos.

Os cientistas simularam a doença de Parkinson em macacos através da administração de uma neurotoxina que lhes provocou os tremores, a rigidez e a postura instável que lhe são característicos.

A seguir, injectaram-lhes um vírus de cavalo sem perigo para o homem, o vírus da anemia infecciosa equina (VAIE), pertencente à família dos lentivírus, que "esvaziaram e encheram" com três genes essenciais (TH, AADC e CH1) ao fabrico da dopamina pelo cérebro.

É a perda de dopamina que provoca o descontrolo dos movimentos do corpo e o tratamento normal consiste na administração de medicamentos que aumentam o nível dessa substância no cérebro, mas não ao ponto de assegurarem um funcionamento normal.

A primeira fase do ensaio envolveu seis pacientes, os primeiros dos quais foram tratados há já um ano, e a segunda abrangerá doze. "Um ensaio com um número alargado de pacientes (fase 3) não será feito antes de 2013", segundo Stéphane Palfi.

Os resultados nos primeiros pacientes - "uma resolução das discinesias" (movimentos ou posturas anormais) obtida "sem efeitos secundários (inflamação cerebral, por exemplo) - são "extremamente encorajadores", sublinhou Palfi.

O tratamento (proSavin) é produzido pela sociedade britânica Oxford biomedica, promotora do ensaio humano.

Parkinson, a doença neurodegenerativa mais frequente depois de Alzheimer, afecta cerca de 20 mil pessoas em Portugal e 6,5 milhões no mundo, crescendo proporcionalmente ao aumento da esperança de vida da população.

Fonte: Destak
Imagem: http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias/ano0506/paraquato/imagens/parkinson004.jpg

Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Portugal tem de melhorar prevenção da sida


Segundo um relatório de uma ONG, Portugal tem de melhorar na prevenção e cuidados de doentes com sida.

As estratégias de prevenção da sida e os cuidados com as pessoas infectadas pelo vírus HIV têm que melhorar em Portugal, segundo um relatório hoje divulgado em Bruxelas pela organização não-governamental Health Consumer Powerhouse (HCP).

O Euro HIV Índex (EHIVI) coloca Portugal em 22.º lugar, num total de 29 países, com 658 pontos em mil.

O Luxemburgo está no topo da tabela, com 857 pontos, seguido de Malta (791) e Suíça (775).

"Portugal tem que melhorar e coordenar esforços contra o HIV", diz
a responsável pelo EHIVI, Beatriz Cebolla.

Infecção entre toxicodependentes "muito alta"
A coordenadora do índex salienta ainda que a taxa de infecção entre os toxicodependentes "é ainda muito alta", mas diz que os programas de apoio a este grupo são bons.

O relatório realça, por outro lado, que "demasiados doentes começam o tratamento muito tarde".

Nos países avaliados em geral, o EHIVI mostra que o número de pessoas
infectadas com o HIV tem aumentado, bem como os comportamentos sexuais de risco, enquanto os orçamentos para a luta contra a doença têm baixado.

A HCP revela ainda que é frequente a discriminação das pessoas portadoras do vírus HIV, quer no local de trabalho quer na escola. E os programas de prevenção nas prisões não funcionam, especialmente nos países da Europa de Leste.

O EHIVI é elaborado com base em estatísticas públicas e investigação independente conduzida pela HCP, tendo sido elaborado com o apoio da presidência sueca da União Europeia.

Fonte: Lusa Imagem: http://4.bp.blogspot.com/_D6BcTRIUPQ0/R1FiqOxESwI/AAAAAAAAAgE/LL4hMuyF1ZM/s400/sida-HIV.jpg

Alunos recebem dinheiro por bons resultados na escola


A lógica "estudas, logo recebes" parece invadir agora o ensino secundário. Em vários países, torna-se prática comum remunerar os alunos caso tenham boas notas.
O projecto-piloto arrancou na semana passada em três escolas de Paris, em áreas onde moram maioritariamente imigrantes. É nestes estabelecimentos de ensino que, alegadamente, a desmotivação dos alunos é maior. O objectivo - diminuir as elevadas taxas de abandono e absentismo escolar. Entre 120 mil e 150 mil alunos franceses deixam de estudar sem obter um diploma ou concluir o ensino profissional.

Como funciona? São atribuídas contas bancárias às turmas com quantias de cerca de dois mil euros. Os alunos são recompensados se atingirem os objectivos estabelecidos em conjunto com os professores. Contudo não vale a pena os miúdos fazerem grandes planos para o destino a dar à recompensa.

Nada de sapatilhas novas ou telemóveis. O dinheiro tem de ser gasto em algo proveitoso para a turma - uma viagem colectiva com fins educativos ou uns computadores novos, por exemplo.

As reacções não se fizeram esperar. Tanto os pais dos alunos como os docentes não aprovam a medida. Os professores do secundário dizem que "se está a transformar educação em mercadoria."

Prática corrente nos EUA e Reino Unido
Mas a França não é a primeira a adoptar esta medida pouco convencional. Tanto nos EUA como no Reino Unido já existem práticas semelhantes. Em Nova Iorque, os alunos da quarta classe e os do sétimo ano podem ganhar até 500 dólares (cerca de 340 euros) se melhorarem, continuamente, as notas nos testes de Inglês e Matemática. Há estados em que os incentivos monetários são dados até aos que, simplesmente, não chegam atrasados às aulas.

Apesar das críticas de pedagogos e especialistas que este tipo de prática esteja a ter, parece que há situações em que os resultados são mesmo motivadores. No Reino Unido, o EMA, um programa que incentiva monetariamente os alunos, com idades entre os 16 e os 18 anos, de famílias menos favorecidas a continuar os estudos, está dar resultados. O número de desistências está a baixar em média 2% por ano desde o início do programa, há dez.

Fonte: Cristina Morais (www.expresso.pt)
16:40 Segunda-feira, 12 de Out de 2009
Imagem: http://www.acspotlight.net/wp-content/uploads/2008/09/moneyman.jpg

Pensões de invalidez e velhice correm o risco de descer


As pensões de invalidez e de velhice vão sofrer uma redução nominal em 2010 que pode chegar aos 1,05 por cento se a inflação média anual mantiver, no próximo mês, o valor negativo divulgado hoje pelo INE.

A manter-se, em Outubro, a inflação negativa hoje conhecida para Setembro, as pensões de invalidez e velhice sofrerão uma redução nominal no próximo ano entre 0,3 e 1,05 por cento.

Tal significará que as pensões inferiores a 1,5 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) - que em 2009 foi fixado em 419,22 euros - sofrerão uma quebra.

As pensões entre 1,5 vezes e 6 vezes o IAS terão uma quebra de 0,8 por cento e as pensões entre 6 IAS e 12 IAS sofrerão uma redução de 1,05 por cento, segundo a fórmula legal em vigor.

A actualização das pensões, com efeitos a 1 de Janeiro de cada ano, tem por base o crescimento da economia (PIB) e da variação média da inflação dos últimos 12 meses, sem habitação, disponível a 30 de Novembro do ano anterior a que se reporta a actualização, de acordo com a fórmula em vigor desde 2008.

O valor que o INE prevê divulgar a 13 de Novembro (refente ao Índice de Preços no Consumidor em Outubro) será, por isso, a variação a ter em conta para a actualização das pensões do próximo ano, à luz da actual legislação.

Contactado hoje pela agência Lusa, o Ministério do Trabalho, até ao momento, ainda não deu resposta.

No entanto, em Abril, quando o Banco de Portugal divulgou as Previsões de Primavera (nas quais antecipava uma inflação média anual de -0,2 por cento e uma quebra de 3,5 por cento no PIB), o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, admitiu alterar as regras de actualização das pensões em 2010, para fazer face "a uma situação excepcional", mas até agora ainda nenhuma solução foi apresentada pelo Executivo.

"A situação é excepcional e exige medidas de natureza excepcional", sublinhou na ocasião o governante aos jornalistas, acrescentando, contudo, não estar em causa o modelo que vincula o aumento das pensões ao crescimento da economia, mas sim "uma intervenção de natureza excepcional", para fazer face a um cenário de quebra de preços e contracção da economia.

Fonte: Destak/Lusa | destak@destak.pt
Imagem: http://www.laughteryoga.org/drkataria/wp-content/uploads/2006/12/israel-125year-old-man-laughing.jpg