Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

ESTUDO: Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado

Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado, o que pode levar a que desenvolvam hipotiroidismo ou bócio, de acordo com um estudo a que a Lusa teve acesso.

Segundo o “Estudo do Aporto do Iodo em Portugal”, 46,9 por cento da população infantil portuguesa apresenta níveis de iodo abaixo do recomendado.

Destas, 35,1 por cento apresentam uma carência ligeira, 11,8 por cento uma carência moderada e 2,2 por cento uma carência grave.

Em comparação com dados dos anos 1980, estes resultados revelam “uma franca melhoria”.

O iodo é um elemento que existe em pouca quantidade na natureza e que o organismo necessita para produzir as hormonas da tiróide, pelo que a sua quantidade na alimentação condiciona o funcionamento e as doenças relacionadas com aquela glândula.

As necessidades em iodo aumentam desde o nascimento até à adolescência, mantendo-se depois constantes no adulto, excepto na gravidez e na amamentação, em que a necessidade é maior. A sua deficiente ingestão pode levar à diminuição da produção das hormonas tiroideias (hipotiroidismo) e ao aumento do tamanho da tiróide (bócio).

O estudo sobre carência de iodo foi iniciado há três anos pelo Grupo de Estudos da Tiróide da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e envolveu duas populações: grávidas e crianças em idade escolar.
Fonte: Destak/Lusa | destak@destak.pt

ESTUDO: Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado

Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado, o que pode levar a que desenvolvam hipotiroidismo ou bócio, de acordo com um estudo a que a Lusa teve acesso.

Segundo o “Estudo do Aporto do Iodo em Portugal”, 46,9 por cento da população infantil portuguesa apresenta níveis de iodo abaixo do recomendado.

Destas, 35,1 por cento apresentam uma carência ligeira, 11,8 por cento uma carência moderada e 2,2 por cento uma carência grave.

Em comparação com dados dos anos 1980, estes resultados revelam “uma franca melhoria”.

O iodo é um elemento que existe em pouca quantidade na natureza e que o organismo necessita para produzir as hormonas da tiróide, pelo que a sua quantidade na alimentação condiciona o funcionamento e as doenças relacionadas com aquela glândula.

As necessidades em iodo aumentam desde o nascimento até à adolescência, mantendo-se depois constantes no adulto, excepto na gravidez e na amamentação, em que a necessidade é maior. A sua deficiente ingestão pode levar à diminuição da produção das hormonas tiroideias (hipotiroidismo) e ao aumento do tamanho da tiróide (bócio).

O estudo sobre carência de iodo foi iniciado há três anos pelo Grupo de Estudos da Tiróide da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e envolveu duas populações: grávidas e crianças em idade escolar.
Fonte: Destak/Lusa | destak@destak.pt

ESTUDO: Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado

Quase metade das crianças portuguesas apresentam níveis de iodo abaixo do recomendado, o que pode levar a que desenvolvam hipotiroidismo ou bócio, de acordo com um estudo a que a Lusa teve acesso.

Segundo o “Estudo do Aporto do Iodo em Portugal”, 46,9 por cento da população infantil portuguesa apresenta níveis de iodo abaixo do recomendado.

Destas, 35,1 por cento apresentam uma carência ligeira, 11,8 por cento uma carência moderada e 2,2 por cento uma carência grave.

Em comparação com dados dos anos 1980, estes resultados revelam “uma franca melhoria”.

O iodo é um elemento que existe em pouca quantidade na natureza e que o organismo necessita para produzir as hormonas da tiróide, pelo que a sua quantidade na alimentação condiciona o funcionamento e as doenças relacionadas com aquela glândula.

As necessidades em iodo aumentam desde o nascimento até à adolescência, mantendo-se depois constantes no adulto, excepto na gravidez e na amamentação, em que a necessidade é maior. A sua deficiente ingestão pode levar à diminuição da produção das hormonas tiroideias (hipotiroidismo) e ao aumento do tamanho da tiróide (bócio).

O estudo sobre carência de iodo foi iniciado há três anos pelo Grupo de Estudos da Tiróide da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e envolveu duas populações: grávidas e crianças em idade escolar.
Fonte: Destak/Lusa | destak@destak.pt

Educar filhos ao estilo chinês gera polémica no Ocidente

Um livro que sugere que os chineses têm mais sucesso na criação dos filhos do que os povos ocidentais está a gerar polémica nos Estados Unidos e na Europa, escreve a BBC.

A autora do livro Battle Hymn of the Tiger Mother é uma professora de Direito norte-americana, Amy Chua, filha de imigrantes chineses. No livro, esta mãe descreve a tentativa de criar as suas filhas ao estilo chinês . clique aqui para continuar a ler o artigo do SOL

Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Plano Nacional de Saúde

Estão em consulta pública e discussão os seguintes documentos referentes ao:Índice PNS 2011-2016
Capítulo I A Saúde em Portugal Diagnóstico
Estratégias para a Saúde

Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

E se lhe assaltassem o Facebook?


clique sobre a imagem para visualizar melhor este artigo do Grupo Renascença.

Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

Símbolos para orientação de daltónicos no São João

O Hospital de São João (HSJ) implementou, no passado dia 6 de Dezembro, um código gráfico que permite aos daltónicos identificar as cores utilizadas nas linhas existentes nos principais corredores do Hospital.

As linhas servem para orientar os utentes para os diversos serviços e no sistema de triagem de Manchester, usado no Serviço de Urgências, mediante o grau de gravidade da urgência.

O projecto, que dá pelo nome de ColorAdd, consiste na substituição das cores por um símbolo gráfico. De acordo com Miguel Neiva, criador do sistema, a cada uma das três cores primárias é atribuído um símbolo gráfico. Conhecendo esses três símbolos, um daltónico consegue identificar todas as cores.

O ColorAdd tem sido adoptado por várias empresas. Na área da Saúde, o São João é pioneiro.

O projecto é apadrinhado pelo Governo Civil do Porto que garante que abrangerá outros tipos de entidades.

O daltonismo é um problema que afecta cerca de 10% da população masculina do distrito do Porto.

Fonte: Ministério da Saúde