Sábado, 22 de Outubro de 2011
Um desafio aos católicos
Multiplicam-se os sinais de que as instituições de solidariedade social estão no limite da sua capacidade financeira para ajudar quem está em dificuldade. É que o número dos aflitos aumentou muitíssimo nos últimos tempos.
Pessoas e famílias cujo estatuto social e económico ainda há dois ou três anos tornava absurda a hipótese de recorrerem a ajuda, hoje precisam dela para se alimentarem.
Tudo indica que a pobreza vai aumentar ainda mais no próximo ano, com o desemprego a crescer e o rendimento disponível de muitas famílias a diminuir. O Estado deve dinheiro às IPSS – esperemos que o pague. Mas pouco ou nada se deverá esperar de um
Estado que tenta desesperadamente cortar despesa para cumprir as metas do défice orçamental que nos são impostas como condição de nos financiarem do exterior.
Assim, a única saída será a generosidade dos portugueses que ainda
têm alguma folga no seu orçamento familiar. Aliás, é sabido que os pobres são frequentemente mais generosos do que os ricos.
Sendo da Igreja grande parte das IPSS, um grande desafio está lançado aos católicos. Crónica de Franscisco Sarsfield Cabral, Renascença
Pessoas e famílias cujo estatuto social e económico ainda há dois ou três anos tornava absurda a hipótese de recorrerem a ajuda, hoje precisam dela para se alimentarem.
Tudo indica que a pobreza vai aumentar ainda mais no próximo ano, com o desemprego a crescer e o rendimento disponível de muitas famílias a diminuir. O Estado deve dinheiro às IPSS – esperemos que o pague. Mas pouco ou nada se deverá esperar de um
Estado que tenta desesperadamente cortar despesa para cumprir as metas do défice orçamental que nos são impostas como condição de nos financiarem do exterior.
Assim, a única saída será a generosidade dos portugueses que ainda
têm alguma folga no seu orçamento familiar. Aliás, é sabido que os pobres são frequentemente mais generosos do que os ricos.
Sendo da Igreja grande parte das IPSS, um grande desafio está lançado aos católicos. Crónica de Franscisco Sarsfield Cabral, Renascença
Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
Plano DOM - a pergunta feita tarde de mais!
Interesses em torno dos educadores sociais
Há uns dias atrás, após ter conhecimento de uma alegada indignação associativa face à não renovação dos contratos de trabalho com educadores sociais (projecto dom) teci os seguintes comentários com alguns colegas de trabalho e do sector:
1. O direito à manifestação só tem cabimento moral depois de exercido o direito (que é também um dever) de alertar as autoridades, neste caso o Governo. Não tenho conhecimento de que os agora promotores de uma acção «de concentração de Protesto» seguida de «um desfile» tenham escrito ao anterior ou ao actual Governo, alertando PREVENTIVAMENTE para as situações que AGORA JÁ ACONTECERAM QUER NAS INSTITUIÇÕES QUER NAS VIDAS DOS TÉCNICOS QUE NÃO RENOVARAM CONTRATOS.
2. Tenho um pressentimento de que vai haver eleições sindicais.
NÃO ME ENGANEI!
OBS.:
Felizmente existe gente corajosa que ATEMPADAMENTE ALERTOU o ACTUAL GOVERNO e a COMISSÃO DE SEGURANÇA SOCIAL NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, porém a falta de dinheiro obriga a alguns cortes. 22.10.2011 (07:02)
1. O direito à manifestação só tem cabimento moral depois de exercido o direito (que é também um dever) de alertar as autoridades, neste caso o Governo. Não tenho conhecimento de que os agora promotores de uma acção «de concentração de Protesto» seguida de «um desfile» tenham escrito ao anterior ou ao actual Governo, alertando PREVENTIVAMENTE para as situações que AGORA JÁ ACONTECERAM QUER NAS INSTITUIÇÕES QUER NAS VIDAS DOS TÉCNICOS QUE NÃO RENOVARAM CONTRATOS.
2. Tenho um pressentimento de que vai haver eleições sindicais.
NÃO ME ENGANEI!
OBS.:
Felizmente existe gente corajosa que ATEMPADAMENTE ALERTOU o ACTUAL GOVERNO e a COMISSÃO DE SEGURANÇA SOCIAL NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, porém a falta de dinheiro obriga a alguns cortes. 22.10.2011 (07:02)
Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011
Domingo, 2 de Outubro de 2011
D. José Manuel Garcia Cordeiro
CONVITE

Porque não é todos os dias que se assiste à Ordenação de um Bispo, aqui ficam dois retratos da Cerimónia de Ordenação e Início do Ministério de D. José Cordeiro, o Bispo mais novo de Portugal.

Cerimónia presidida pelo Cardeal Patriarca. Pe. Lino Maia, da CNIS esteve presente. Fotografias de Bruno Luís Rodrigues

Porque não é todos os dias que se assiste à Ordenação de um Bispo, aqui ficam dois retratos da Cerimónia de Ordenação e Início do Ministério de D. José Cordeiro, o Bispo mais novo de Portugal.
Cerimónia presidida pelo Cardeal Patriarca. Pe. Lino Maia, da CNIS esteve presente. Fotografias de Bruno Luís Rodrigues
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